Autor. Artur Varatojo
1ª edição. Lisboa. Ano de 1999
Valorizado com o autógrafo do autor.
O Dr. Artur Francisco
Varatojo, era formado em Economia e Finanças e aos 50 anos de idade,
licenciou-se em Direito tendo exercido durante muitos anos a profissão
de advogado no seu escritório de Campo d’Ourique – Lisboa, bairro onde
residia; também possuía o Curso Superior de Medicina Legal. Faleceu aos
80 anos de idade.
Desmistificando: O “Inspector" Varatojo era uma pessoa apaixonada pela literatura policial, pelo enigma e pelo mistério mas nunca exerceu funções na polícia. Contudo, foi apelidado de “Inspector”; gostava de ser tratado como tal e é essa a recordação que f
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Nunca abandonava o seu cachimbo; não tivesse sido ele o fundador do Cachimbo Clube de Portugal! Desmistificando: O “Inspector" Varatojo era uma pessoa apaixonada pela literatura policial, pelo enigma e pelo mistério mas nunca exerceu funções na polícia. Contudo, foi apelidado de “Inspector”; gostava de ser tratado como tal e é essa a recordação que f

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Este homem foi, sem sombra de dúvidas, uma figura extremamente popular. De salientar que a sua vida foi praticamente dedicada a estudar o “porquê” do crime. Esforçava-se para desvendar o enigma: “Qual a razão que levaria o homem a cometer um crime?”; “Que estará dentro da cabeça de um criminoso?” Caso se chegue à sua descoberta, evitar-se-á o cometimento de futuros crimes?
De trato afável, cativava as pessoas com quem privava e fazia com alguma regularidade as suas visitas a detidos, nomeadamente aos Estabelecimentos Prisionais da Zona Metropolitana de Lisboa.
Quem, da minha geração, não se recorda do “Inspector” Varatojo? Ele marcou indelevelmente gerações de leitores, de ouvintes e de telespectadores dos Órgãos de Comunicação Social (Rádio e Televisão).
O “Inspector” deixou milhares e milhares de páginas escritas nos jornais; escreveu livros e, na Revista POLÍCIA PORTUGUESA, deu a sua colaboração com a Secção “GINÁSIO MENTAL”, espaço a si reservado, desde Março/Abril de 1962 até sensivelmente ao ano de 1998, com crónicas, mensagens e contos, neles deixando a sua marca de “detective”, de investigações melindrosas e intrincadas.
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